Cel. EE. Zulmira Campos recebe visitante da California.

 

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Inclusão escolar

Favorecer a aprendizagem significativa aos alunos com TEA. Esse é o principal foco do curso Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas Especificações – 1ª Edição/2018, que abordará conteúdos específicos para que os educadores possam identificar as principais dificuldades e potencialidades de cada estudante, e criar um planejamento de práticas pedagógicas efetivas.

A formação será destinada a todos os servidores da SEE-SP. De acordo com a gestora do curso, Marina Matera Sanches, “a ação subsidiará os profissionais da rede estadual para o desenvolvimento e processo de ensino-aprendizagem de alunos com TEA, tanto nas Salas de Recursos quanto nas salas comuns de ensino regular, de modo que a Educação Especial ocorra de forma colaborativa e integrada ao ensino comum”.

Quem já participou da edição anterior garante que a formação proporciona grandes aprendizados. “Nunca tive aluno com autismo, mas sei que temos de estar preparados para lidar com a questão. Na minha formação na faculdade, não recebi informações sobre o tema, e quando comecei a trabalhar na área da educação, passei a refletir sobre o quanto nós, professores, não temos condições e nem formação para auxiliar os alunos com esse transtorno. Foi muito proveitoso fazer o curso e o faria novamente, para conhecer mais e saber até que ponto a ciência chegou para melhor ajudar essas pessoas”, conta a ex-cursista Arlete Silvana Morgado Costa, PEB II.

Com carga horária total de 60 horas, o curso será estruturado em seis módulos e trará assuntos como integração sensorial, adaptação curricular, estudo de caso e trocas de experiências.
As inscrições serão abertas no dia 12/04 e poderão ser realizadas até 18/04 ou até o término das vagas, o que acontecer primeiro.

Para mais informações, acesse o site ou leia o Regulamento .

A quem se destina:
A todos os servidores em exercício em quaisquer categorias, cargos ou funções dos três quadros da SEE-SP: QM, QAE e QSE.
Realização:
03/05 03/07
Informações:
Acesse aqui

COMO CONVERSAR COM UM AUTISTA EM SALA DE AULA?

A comunicação é essencial na vida de todos nós. Por meio dela, podemos trocar informações que fazem a diferença nas relações sociais. Na sala de aula, essa habilidade é a base para o aprendizado. Sendo assim, o ensino para autistas depende muito desse aspecto para fazer valer a didática utilizada. Veja a seguir algumas dicas que podem ajudar nessa nobre missão.

Fale sobre o assunto que interesse à criança

Como muitos de vocês já sabem, a pessoa que tem o Transtorno do Espectro Autista (TEA)costuma ter predileção a um determinado tema (personagem de desenho/filme, aviões, mapas, etc.). Então, a melhor maneira de estabelecer um primeiro contato com o aluno é através dessa atenção que você dará àquilo que o interessa. Cria-se um vínculo importante para estimulá-lo nas próximas conversas.

Use frases específicas e curtas

O ensino para autistas depende muito da forma que os educadores utilizam para se comunicar. Frases mais curtas e objetivas tendem a ser eficazes para a compreensão da criança/adolescente diante de algum novo conceito ou explicação. Isso porque a forma de processar uma informação é diferente no estudante com autismo.

Mostre paciência e disponibilidade ao ensinar

Como dito acima, o processamento de uma informação para a criança/adolescente com TEA tem suas peculiaridades e apresenta a sua própria dinâmica. É interessante que você demonstre paciência para explicar um conceito. Pergunte sempre se há dúvida, procure esclarecer algum conceito que não ficou claro, etc.

Fuja do sentido figurado

É importante não utilizar construções frasais com sentido figurado. Isso tende a confundir a criança. Ela não entende tais aplicações. Então, não diga que você está ‘morrendo de frio’, ‘caindo de sono’, ‘derretendo de calor’, entre outras frases que costumamos falar no dia a dia. É preciso estar sempre atento a isso.

Utilize recursos visuais

Um dos itens mais eficazes ao ensino para autistas é a utilização de elementos imagéticos como complemento às explicações. Uma pessoa com autismo tende a ser muito ligada a esses detalhes. Imagine o quanto suas aulas podem ser ricas com essas imagens.

Atenção para os sinais sociais

Estar atento aos sinais sociais é importante, principalmente no ensino para autistas. Isso porque a criança/adolescente com TEA pode ser alheio a esses indicativos. Portanto, é interessante ficar de olho em alguma situação caso o aluno demonstre pouco ou nenhum entendimento acerca de um cumprimento, um gesto, etc.

Caso a criança demonstre muita dificuldade, o que pode ser feito?

Se a situação ficar difícil para o entendimento da criança e sua comunicação, a melhor maneira de contornar esse problema é solicitar um auxílio maior de um profissional de fonoaudiologia e psicopedagogia. É sempre válido lembrar que o acompanhamento interdisciplinar funciona de forma eficaz, pois abrange todo o conjunto de habilidades que permeia a vida da pessoa, impulsionando o desenvolvimento cognitivo, comportamental e social.

Torne a sala de aula um ambiente convidativo

Nada melhor que proporcionar um local onde os pequenos encontrem um ambiente que desperte sua atenção e o prazer de estarem ali. Isso contribui para a socialização de todos.

 

Equipe de Educação Especial

 

Créditos: NeuroSaber

 

Inclusão escolar- Em breve serão abertas as inscrições para o curso Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas Especificações.

Favorecer a aprendizagem significativa aos alunos com TEA. Esse é o principal foco do curso Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas Especificações – 1ª Edição/2018, que abordará conteúdos específicos para que os educadores possam identificar as principais dificuldades e potencialidades de cada estudante, e criar um planejamento de práticas pedagógicas efetivas.

A formação será destinada a todos os servidores da SEE-SP. De acordo com a gestora do curso, Marina Matera Sanches, “a ação subsidiará os profissionais da rede estadual para o desenvolvimento e processo de ensino-aprendizagem de alunos com TEA, tanto nas Salas de Recursos quanto nas salas comuns de ensino regular, de modo que a Educação Especial ocorra de forma colaborativa e integrada ao ensino comum”.

Quem já participou da edição anterior garante que a formação proporciona grandes aprendizados. “Nunca tive aluno com autismo, mas sei que temos de estar preparados para lidar com a questão. Na minha formação na faculdade, não recebi informações sobre o tema, e quando comecei a trabalhar na área da educação, passei a refletir sobre o quanto nós, professores, não temos condições e nem formação para auxiliar os alunos com esse transtorno. Foi muito proveitoso fazer o curso e o faria novamente, para conhecer mais e saber até que ponto a ciência chegou para melhor ajudar essas pessoas”, conta a ex-cursista Arlete Silvana Morgado Costa, PEB II.

Com carga horária total de 60 horas, o curso será estruturado em seis módulos e trará assuntos como integração sensorial, adaptação curricular, estudo de caso e trocas de experiências.
As inscrições serão abertas no dia 12/04 e poderão ser realizadas até 18/04 ou até o término das vagas, o que acontecer primeiro.

Para mais informações, acesse o site ou leia o Regulamento .

A quem se destina:
A todos os servidores em exercício em quaisquer categorias, cargos ou funções dos três quadros da SEE-SP: QM, QAE e QSE.
Realização:
03/05 a 03/07
Informações:
Acesse aqui

 

Equipe de Educação Especial

 

Quais são os sinais de atraso no desenvolvimento infantil?

Muitos pais demonstram uma preocupação em comum no que diz respeito ao desenvolvimento de uma criança. É verdade que existem sinais cuja percepção pelos adultos pode significar algum problema? O que fazer quando essas características ocorrerem?

Como estar atento aos sinais?

Não existe uma resposta apenas para esses questionamentos, tendo em vista que tais situações de atraso são relativamente comuns: estima-se que entre 10% e 15% das crianças, com menos de 3 anos de idade, apresentem algum quadro de déficit no desenvolvimento. O que torna essa condição diversificada é o fato de não haver somente um caminho que demonstre tal cenário.

Isso significa que o pequeno pode manifestar atraso em sua coordenação motora ampla ou fina, na comunicação verbal, habilidades sociais e até mesmo na capacidade de autocuidado (para se vestir e para se limpar). A sugestão é saber identificar qual a demanda existente para levar a criança a um especialista que possa propor uma intervenção eficaz à situação.

Como identificar?

Para essa identificação, porém, é importante que haja a observação dos pais e de quem mais conviver com o pequeno. Por meio de tal análise diária é que será possível detectar o que não está dentro da normalidade.

A divisão por grupos

O conjunto de desenvolvimento de uma pessoa pode ser dividido em grupos, o que facilita a percepção dos sinais mostrados por seu filho ou filha. Vejam a seguir quais são eles:

– Desenvolvimento físico (sinais de atraso):

Até o 6º mês

– o bebê não consegue firmar o pescoço ou a cabeça;
– quando carregado no colo dá a impressão de estar com o corpo mole ou bem endurecido;
– a cabeça pende para um lado (como se faltasse firmeza);

Até o 12º mês

– não estica os bracinhos para pegar os objetos que estão por perto;
– não fica sentado sem algum apoio;
– não engatinha ou demonstra qualquer intenção de se locomover;

Até os 3 anos de idade

– crescimento abaixo do normal para a idade;
– falta de firmeza para andar;
– quedas constantes;

– Desenvolvimento de fala e linguagem (sinais de atraso):

Até o 18º mês

– não consegue falar mamãe (mamá) e papai (papá);
– não estabelece nenhuma comunicação para indicar incômodo;
– apresenta vocabulário aquém do esperado para crianças de sua idade;

Até os 2 anos

– não consegue seguir instruções simples;
– dificuldades para formar palavras de fácil assimilação;

Até os 4 anos

– apresenta dificuldade para pronunciar consoantes;
– não constrói frases simples;
– não usa pronomes pessoais (eu, mim);

– Desenvolvimento social (sinais de atraso)

Até o 18º mês

– não estabelece contato visual;
– não sorri quando olha para outra pessoa;
– não responde com o olhar quando é chamada;

Até os 2 anos e meio

– não interage com outras pessoas;
– não obedece a instruções simples e cotidianas;

Até os 3 anos

– não conversa com outras crianças;
– prefere o isolamento;
– não sabe expressar quando tem fome, frio ou calor;
– etc.

A melhor saída é procurar por um especialista que possa orientá-los acerca do que pode ser feito para auxiliar no desenvolvimento da criança, dando a ela uma maior qualidade de vida.

PCNP Andréa Devezas-Ed. Especial

 

Créditos: NeuroSaber